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2010 » 11 NOVEMBRO / BIBLIOTECA MUNICIPAL - BARCELOS / 21h30
Tom Greenwood vem a Barcelos apresentar uma mistura de improviso e músicas (algumas das obras Jackie-O e alguns originais), com guitarra, voz, efeitos, bateria electrónica e gira-discos, além de projecções de vídeo. Uma parceria da Honeysound, Zoom, ACR, EsferaNegra e Escola Alcaides de Faria.

 

Uma breve biografia:

TOM performance solo GREENWOOD
(Fogo / ATP, EUA)
Músico e artista multimédia de Portland (EUA), Tom Greenwood é conhecido tanto para a sua paixão pela colaboração e aversão pela estrutura e convenções. Embora seja mais conhecido pela sua carreira musical - como fundador da banda Jackie-O Motherfucker (voz e guitarra) - Greenwood está solidamente situado nas artes visuais e as suas duas práticas formam uma relação simbiótica.
A Cue Art Foundation de Nova York acaba de apresentar um destaque das suas obras visuais. Actualmente, o artista apresenta algumas obras novas e performances exclusivas, nas quais toca temas de Jackie-O, assim como novas composições, improvisações com a voz, efeitos, guitarra eléctrica e gira-discos, juntamente com o seu filme Os Cantores Salem, editado para a exposição.
Nascido em 1966, uma criança do planalto Dakota, Tom Greenwood revelou tendências inter-media desde cedo. Andou pelas escolas de arte do norte antes de atacar as ruas de Minneapolis, onde se formou em Media Arts. Depois de passar o final dos anos 80 imerso no ambiente estético do rock, criando a esplêndida editora Project A- Bomb ao longo do processo, Greenwood vagueou pelas entranhas abertas do East Side de Manhattan.
Tom arranjou trabalho como director de arte e participou no show do grupo curado por Maynard Monroe, URBAN ANALISYS (com Nan Goldin, Rene Ricard, Lady Pink, etc.)
Greenwood acabou em Portland, Oregon, em meados dos anos 90, onde com ele nasceu a severamente perturbada cabeça do projecto musical que continua atá hoje, Jackie O Motherfucker. A música de Jackie O é uma festa extremamente mutável, engloba tudo, desde o industrial ho-hum aos acid-volk ready mades, e incluiu já centenas de participantes. Sob a influência de boémios da misteriosa Noroeste (muitas vezes associado a algum grau com o Holy Modal Rounders), Greenwood transformou lixo em grinaldas. Tudo isto provou ser de um valor inestimável quando ele insistiu em voltar a Nova York, onde travou contacto com Thurston Moore dos Sonic Youth, que incentivou os seus movimentos conceituais.
No século 21, Greenwood criou vistas dupla de estranheza. Os projectos musicais - Jackie O, a série U-SOUND, várias apresentações e galerias – misturaram-se ao nível do visual, e respingaram em milhões de direcções inesperadas.
-Byron Coley, Deerfield, MA, Março de 2008

 

+info:

www.myspace.com/jomf
www.cueartfoundation.org/tom-greenwood.html

 

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